Sinto que estou esmorecendo, meu corpo dói, minha cabeça também, mas o que mais dói é o peito, afogado, agoniado, agonizante. Sinto uma dor que não sei explicar de onde vem, mas eu a sinto como se estivesse muito próxima. Acredito que seja uma dor na alma.
Minha alma rebelde que não pode ser manifestada. Não posso ser quem eu quero, não posso sair, beber, fumar, me embebedar, me vestir toda de negro, pintar meus olhos e não se importar com os borrões. Não dá, não posso, não quero. Mas a minha alma quer, e pede, e implora.. e dói, dói de pensar que, se eu fosse um pouco mais nova, eu poderia ser o que eu quisesse, porque quando se tem 18 anos você tem o mundo aos seus pés, é a idade limite de ser quem você é. Depois você acaba sendo uma pessoa que os outros querem que você seja.
Se minha alma pudesse se expressar, provavelmente diria que quer voar, que se libertará, correr pela chuva, nadar nua num rio, viver! E é difícil viver se você está morta. Você respira, pensa, come, sofre, chora, mas está morta para a vida que você queria viver e já não pode mais.
É assim que me sinto, morta por fora, viva por dentro. Viva n'alma, que quer ser libertar de uma vida morta.
*Esse texto (ridículo) eu fiz há 1 ano. E é impressionante como eu me sinto igual...
Morri de rir do seu primeiro post. O lance de dar o carro foi de doer, hehe.
ResponderExcluirSe vc quiser divulgar o blog no seu twiter pode divulgar, td bem.
Abç!
Sté! :) Fiz um blog pra falar sobre a bariatrica, e por acaso achei o teu =)
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