sábado, 12 de fevereiro de 2011

Pensamentos vagos

Daí que estava revendo o troca de famílias com a Clarah Averbuck, e olha, taí que eu comecei a admira-la mais ainda, por ser, tão visceral e intensa que isso incomoda, mas incomoda não a mim, que sou (menos, admito) intensa como ela e assumo a todos. Porque tem milhares de pessoas como ela e que não se importam/não divulgam/reprimem isso como se fosse o maior pecado do mundo e olha, não é.
Por exemplo, hoje a minha vontade, sem brincadeiras, é se jogar de cima de uma janela, da mais alta, mas longe de mim querer morrer, não quero. Quero é sentir a sensação, sabe, de se ver caindo num abismo, a sensação física, pois a psicológica tô sentindo desde muito tempo, mais precisamente desde que esse ano de merda começou. O que 2010 teve de legal, 2011 tá tendo de CÚ (eu sei que cu não tem acento, mas foi pra expressar realmente o que eu sinto)
Eu mesmo trocaria um dia de 2010 pelo ano todo de 2011. Foda é que nem dá pra aguardar muito e querer que o ano acabe, já que o próximo será o fim do mundo e né, como eu disse no começo, morrer ainda está fora dos meus planos.

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